segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Maletas Pedagógicas: Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave



No dia 7 de maio de 2019, por volta das 14h, tivemos uma visita especial na nossa escola. O Senhor João, um técnico do projeto “Maletas Viajantes” da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, veio contar uma história muito interessante. Com ele trouxe uma mala gigante, a que chamou Maleta Pedagógica.

Feitas as apresentações, começou a contar a história da região do Vale do Ave, no século XIX, e de uma família que vivia do sustento que a terra dava. A história conta-nos, então, a vida da família da Adelaide, uma menina que, desde cedo, começou a trabalhar numa fábrica têxtil para ajudar a sua pobre e humilde família. Adelaide tinha dois irmãos. Todos acordavam às 6h 30min para irem trabalhar para as fábricas e a distância de casa deles até às fábricas era cerca de 6 Km para lá e para cá. A sua mãe tinha de acordar às 6h para fazer a marmita para o almoço que durava só 30 minutos e onde apenas comiam uma sopa. Os ingredientes da sopa eram: água, batatas, cenoura raspada, nabos, espargos e beterrabas que eram os alimentos que a terra dava. Todos em sua casa trabalhavam no campo e na fábrica para poderem ganhar o sustento pois a vida era muito difícil. 

O senhor João explicou que uma família neste tempo trabalhava à volta de 10 a 12 horas por dia ou até 18, passando a maior parte do dia a trabalhar: ou no campo, ou na fábrica têxtil. Até as crianças, como a Adelaide e seus irmãos, tinham de ajudar a ganhar dinheiro. Não iam para a escola nem tinham brinquedos como os meninos de agora. Adelaide, para além de trabalhar na fábrica também trabalhava no tear, em casa, para fazer roupa para a família. 

Na fábrica têxtil trabalhava-se muito as matérias-primas como o linho e o algodão e assim nasciam os tecidos. 
O Senhor João disse que aqueles tempos eram muito difíceis e que as pessoas tinham que trabalhar mas não tinham com quem deixar os seus filhos. Foi então que começaram a pensar em arranjar uma espécie de casa para os filhos dos trabalhadores ficarem enquanto eles trabalhavam. Daí veio a ideia das creches. Também começaram a surgir manifestações dos operários para estes terem melhores condições de trabalho, aumentarem os seus ordenados e reduzirem o horário de trabalho.

Com o passar dos anos a fábrica da Adelaide foi diminuindo a sua produção, acabando por encerrar. Anos depois, a fábrica transformou-se no Museu da Bacia do Ave, acabando por se chamar Museu da Indústria Têxtil.

No fim da sessão, O Senhor João disse que se nos portássemos bem poderíamos ir visitar o Museu da Indústria Têxtil, o que nos deixou muito contentes e ansiosos pois, hoje em dia, este museu é visitado por imensas pessoas, sendo um museu que dá orgulho ao Município de Vila Nova de Famalicão.

A Maleta Pedagógica ficou completa com uma visita de estudo ao Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave que os alunos realizaram no dia 17 de maio. Vejam a reportagem.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Animação de Contos na Escola




No dia 12 de março, passou pela escola de Outiz a atriz Inácia para contar duas histórias: "Um Chá não toma um Xá..." e "Camilo, o Camelo na Selva". Contudo ela decidiu criar uma história ainda mais interessante ao misturar os dois contos originais. Assim, ao logo de mais de meia hora, os alunos tiveram a oportunidade de participar na construção e na dramatização de uma história inédita.

No final todos mostraram o seu agrado pelos fantásticos minutos passados a navegar pela selva, pelo deserto e pelo castelo do Xá. Alguns meninos até tiveram a oportunidade de levar para casa livros autografados por esta atriz.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Mostra Comunitária de Outiz




No dia 16 de março de 2019 a freguesia de Outiz celebrou a sua mostra comunitária.
Foi um espaço onde as associações de Outiz tiveram a oportunidade de mostrar o seu trabalho e aquilo que fazem ao longo de todo o ano.

Os alunos da escola EB1 e do Jardim de Infância de Outiz também participaram na festa com algumas canções que têm vindo a ensaiar ao longo do ano.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Corta-mato escolar 2018




O Corta-Mato Escolar do AE de Gondifelos decorreu no dia 21 de novembro de 2018, durante a manhã, com início às 9:30h, onde mais uma vez a ameaça de chuva se fez sentir.
Contudo os cerca de 345 alunos participantes de todo o território educativo, envolvendo jardins-de-infância, bem como as escolas de Outiz, Cavalões e Gondifelos, não esmoreceram, tendo participado de forma massiva e entusiástica.

Devido à ocorrência de aguaceiros, o início da competição ocorreu dentro do pavilhão onde foi marcada uma pista com sensivelmente 40m para a prova dos alunos dos jardins-de-infância. 

Seguidamente, com a melhoria do tempo, as restantes provas realizaram-se no exterior no percurso previamente marcado para os vários escalões etários.

Os participantes, apesar das condições de tempo pouco favoráveis, demonstraram grande empenho e foram recompensados com a presença antecipada do Pai Natal, vestido a rigor, com surpresas dentro do seu saco.
Os três primeiros classificados, conquistaram as medalhas e todos receberam um reforço alimentar. 

Realizou-se pelo terceiro ano consecutivo a prova de corrida para pais/família, tendo participado seis Encarregados de Educação do AEG.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Hora do conto - A Lenda do Galo de Barcelos



Em novembro de 2018 os alunos da escola de Outiz tiveram a oportunidade de ficar a conhecer mais um livro que a Biblioteca Escolar de Gondifelos escolheu para eles. 

Desta vez a professora Joana trouxe para a escola "A lenda do Galo de Barcelos" de Maria José Meireles, com deliciosas ilustrações de  Joana Quental. Mas como uma simples leitura do livro não lhe conseguia fazer justiça e sendo a professora Joana uma Barcelense de coração; a apresentação da história tornou-se um verdadeiro musical!

Os alunos participaram na história e no final todos ficaram a conhecer melhor Barcelos, a lenda e a história dos peregrinos de Santiago!

No final ainda houve tempo para lançar um desafio que os alunos agarraram com coragem!

sexta-feira, 19 de abril de 2019

A visita de estudo à Lacti Louro



No dia 8 de março, à tarde, os alunos das escolas de Cavalões e Outiz e do Jardim de Infância de Outiz foram de autocarro visitar a fábrica dos queijos “Dom Villas”. À chegada encontramos um belo edifício que alberga a fábrica e os serviços administrativos da Lacti Louro.
Os alunos foram divididos em dois grupos e o nosso grupo começou a visita pela fábrica. Entretanto o outro grupo começou a visita pela sala de reuniões. Nós fomos para uma sala onde havia um armário e uma porta que levava a uma saída de emergência do edifício. Lá vestiram-nos batas e colocaram-nos toucas porque, como explicou o engenheiro Pedro Leite, a higiene e segurança alimentar são muito importantes. Foram-nos dadas 3 regras: em primeiro lugar não fazer barulho; levantar o dedo para questionar e por fim, mas não menos importante, não correr.

Daí em diante entramos numa sala onde tinha o pasteurizador. Esta máquina servia para eliminar todas as bactérias que possam existir no leite. Depois vimos um grande cuba. Esta era uma máquina que, com a devida receita, transforma leite líquido em coalhada. A seguir entramos noutra sala onde se encontravam as câmaras de cura em que os queijos ficavam armazenados a cerca de 6 graus durante 2 semanas para depois serem embalados e enviados para os supermercados. Na sala de cura estavam vários tipos de queijo. Por fim, passamos pela sala onde os queijos eram embalados e etiquetados e fizemos várias perguntas às funcionárias que também estavam a trabalhar de bata e touca. Na sala seguinte foram recolhidas as batas e as toucas pois tínhamos abandonado a parte fabril da empresa.

De seguida entramos numa sala de reuniões onde nos explicaram todo o processo que o leite sofre desde que sai da vaca até ser transformado em queijo. Ficamos a conhecer a história desta empresa de sucesso do nosso concelho e descobrimos que esta fábrica produz vários tipos e marcas de queijo: a mais conhecida é a “Dom Villas”, mas também têm a marca “Villinhas”, que é um queijo feito a pensar nas crianças. Também aprendemos que a Lacti Louro exporta queijo para Espanha, Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido, Lituânia, EUA, Canadá, Peru, México, África do Sul e Líbano!

A visita terminou com dois deliciosos mimos oferecidos pela Lacti Louro: um delicioso lanche saudável e um queijinho para levarmos para nossa casa.

Entretanto alguns colegas ainda tiveram tempo de fazer uma breve entrevista com a D. Isabel Soares que respondeu a todas as nossas perguntas.

E foi assim que, sensibilizados para a importância de incluir este alimento nos nossos lanches diários, ficamos a saber muitas coisas novas sobre este derivado do leite.

sexta-feira, 22 de março de 2019

A primavera chegou!

A primavera

A primavera é uma estação do ano. É a estação mais bonita de todas.
Nela, a Natureza toda se transforma. O Sol brilha intensamente, os dias começam a ser maiores e mais quentinhos.
Os pássaros cantam alegremente, saltitando de árvore em árvore, felizes porque sentem a primavera a chegar e assim sentem vontade de fazer os seus ninhos.
A Natureza parece pintada de verde, brotam as flores tornando tudo muito colorido e bonito. As pessoas ficam também mais felizes e alegres.
A primavera é uma estação de felicidade!


Lara Oliveira, 3OUT


quarta-feira, 20 de março de 2019

Dia especial





Pai

Pai... são três letras
apenas
as desse nome
 bendito:

Também o céu tem
três letras

E nele cabe o amor
 infinito.



Lembrancinha do Dia do Pai

terça-feira, 19 de março de 2019

Dia do pai!


EB1 de Outiz

Feliz Dia do Pai!

O meu pai

   O meu pai é o melhor do mundo e mais além porque brinca comigo, ajuda-me a fazer os trabalhos de casa, passeia comigo para todo o lado. Eu adoro-o muito e sempre vou gostar dele mais do que qualquer pessoa.
    Quando ele foi para o hospital eu estava muito triste. Eu e a minha mãe íamos visitá-lo. Eu fui menos vezes porque sou criança. A casa não era a mesma sem ele e era tudo mais calmo. Quando ia para casa de alguém dormir, ele ficava com muitas saudades minhas e por isso sei que ele gosta de mim.
    O meu pai é uma pessoa não muito gorda, gosta de muitas coisas, gosta de vários desportos. Mas do que ele gosta mais é de mim e da minha mãe.
    Eu gosto do meu pai porque ele brinca comigo, trata de mim, dá-me comida e não me abandona. 





Lucas Ferreira, 3OUT


Pai, querido!



Olá, eu vou falar-vos do meu pai.                                                                                                                    
O meu pai chama-se Paulo e tem 43 anos.                                                                                                   
Ele é muito bonito, musculado, um pouco gordo, trabalhador e muito inteligente.                               
O meu pai trabalha muito, ele trabalha na Porminho e é motorista de pesados.                                                       
O meu pai também tem outro emprego, ao fim de semana tem um part-time como segurança.       
Eu gosto muito do meu pai porque apesar dele trabalhar muito, ainda consegue brincar comigo, dar-me alguma atenção e ser o melhor pai.                                                                               
Eu não troco o meu pai por nada, porque mesmo ele não passando muito tempo comigo, eu sei que não é porque ele não quer, é porque ele não pode mesmo.                                            
Quando ele chega do trabalho mesmo cansado não deixa de vir ter comigo e dar-me um grande beijo e perguntar-me como eu estou e se eu me portei bem ou mal.                                  
Para mim ele é o melhor pai do mundo.


Sofia Gonçalves. 3OUT




O meu príncipe



               O meu pai chama-se José e  tem 36 anos.  
         Ele é simpático, sonhador, lindo, perfeito nas suas imperfeições. É o meu primeiro super-homem e é o meu príncipe encantado. Ele é muito trabalhador, até tem três profissões: bombeiro, coveiro e jardineiro.
             Quando eu estou triste, e ele vem-me animar.

             O meu amor por ele nunca vai acabar.


Lara Araújo, 3OUT


Olá, eu sou o Nuno Miguel e vou-vos falar sobre o meu pai.

  Tenho um pai que faz tudo, faz-me a comida, lava a loiça e em conjunto com a minha mãe arruma a casa.
  Carlos, é o nome do meu pai.
  Eu tenho muitas semelhanças  com ele como por exemplo: os olhos são azuis, ele  gosta de sopa de arroz e eu também gosto,…               
              O meu pai é muito divertido e brincalhão. Ele é muito preocupado comigo.
           Eu tenho um pai que tem olhos azuis como pérolas, é grande como um prédio, tem cabelo cinza e é um pouco gordinho como o Garfield.
               O meu pai,Carlos, é teimoso,  honesto, gosta de fazer rir as pessoas, crianças e até mesmo os bebés da nossa família. Ele é muito despachado, de manhã é o primeiro a acordar. Veste-se, lava os dentes e vai para  cozinha preparar o pequeno-almoço e o lanche para eu poder comer na escola.
               O meu pai é assim!

                

Nuno Silva, 3OUT