domingo, 27 de maio de 2007

Camilo Castelo Branco (mais uma vez)

Os alunos do 4º ano da EB123 de Gondifelos também já visitaram a casa de Camilo. Foi quando estavam no 2º ano! Nessa altura fizeram um cartaz para oferecer ao museu. Nas limpezas da sala encontraram uma cópia do cartaz. Ora vejam:

sexta-feira, 25 de maio de 2007

O que é a mãe? - As respostas...

Aqui estão as palavras que resultaram da segunda entrevista:
Afinal, mãe é sinónimo de muitas palavras...

A casa de Camilo

A turma do 1º e 4 ano da EB123 de Gondifelos foi visitar a casa museu de Camilo Castelo Branco, em Ceide - Vila Nova de Famalicão.
Para ilustrar a visita fizeram estes desenhos:
(Alexandra, 1º ano)


(Leandro, 4º ano)

terça-feira, 22 de maio de 2007

Adivinha 3

Ora aqui vai mais um concurso!

Vamos descobrir o nome deste animal.

Novamente, o primeiro a responder acertadamente, nos comentários, ganha um prémio.

Boa sorte!

(concurso limitado aos alunos do agrupamento de Gondifelos!)

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Curiosidade #4






No mundo, milhões de árvores são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde as esconderam.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Concurso 3: o vencedor

Foi uma decisão difícil, pois havia trabalhos muito giros, mas aqui está o trabalho vencedor do concurso 3:



Podem encontrar o artigo com o concurso aqui.

Parabéns ao Rui Pedro (que ganhou um livro, um peluche e a possibilidade de ver as suas legendas no filme) e a todos os que participaram.

Laranja - Rosa Lobato Faria



Os meninos do 2º ano da EB123 de Gondifelos leram a poesia "Laranja" de Rosa Lobato Faria e até a quiseram partilhar, ora oiçam:

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Dia da Mãe

Os alunos do primeiro ano da EB123 de Gondifelos, fizeram este acróstico par o dia da Mãe:

domingo, 13 de maio de 2007

Uma história, um desafio (completa)

Em conjunto com os Magníficos fomos criando uma história.
Agora já a podem ler toda.

Certo dia na Primavera, uma esferográfica e um lápis ganharam vida.
A esferográfica era fina, comprida como uma serpente, verde como a relva do Sporting e ilustrada com emblemas.
O lápis era grosso, como os troncos de uma árvore, da cor do armário da sala de aula, com um bico bem aguçado e com uma magnífica borracha.
- Ui! Está tão escuro!? - diz a esferográfica.
- Não tenhas medo. Porque eu vou procurar a luz. - diz o lápis.
Quando tentava descobrir a luz.
Puuuuuum!! Tropeçou num carrinho do menino Vasco.
O menino Vasco era muito desarrumado, tinha brinquedos, roupa, calçado e caixas de bolachas junto ao computador.
O lápis não sabia na trapalhada e engraçada aventura que ia meter-se…

O lápis levantou-se e disse:
- Que grande trapalhada!
Olhou para a frente e viu uma luz ao longe. A luz era pequena como um berlinde, amarela como o sol e tinha a forma de uma estrela.
O lápis decidiu aproximar-se para investigar aquela luz misteriosa.
Entretanto a esferográfica estava preocupada, porque o lápis não trazia a luz. Mas ela ficaria mais preocupada se soubesse quem tinha aparecido de repente ao lápis…

O lápis encontrou um porquinho mealheiro que brilhava, era tanta a luz que saía de lá de dentro!
O lápis resolveu partir o mealheiro para ter a luz.
De repente uma quantidade de moedas redondinhas a brilhar espalharam-se pelo corredor da casa. Era engraçado ver o lápis atrás das moedas. Quanto mais corria, mais elas fugiam.
Pum! Ai! O lápis bateu contra uma mesa que tinha uma jarra e … A jarra caiu e partiu-se em mil bocados, o eco do barulho percorreu a casa.
O Vasco que dormia acordou sobressaltado e com medo.
“Mas o que aconteceu?!!” pensou o Vasco.
Algo estava a acontecer no corredor, levantou-se e apanhou a esferográfica que estava ao pé da cama.
Mas onde estava o lápis?!

O Vasco dirigiu-se lentamente para o corredor. Nas mãos levava a caneta como uma espada para se proteger de quem tivesse feito aquele barulho. Abriu a porta, espreitou e viu uma jarra partida em mil bocadinhos, moedas brilhantes espalhadas pelo chão mas não viu o lápis.
Mas o lápis estava mesmo à frente dos seus pés. Quando a jarra se partiu, o lápis agarrou uma moeda brilhante e ficou invisível.
O lápis estava muito aflito e disse a si próprio para se acalmar. Foi então que aí teve uma ideia e escreveu no chão:
“Socorro, socorro sou o lápis e estou invisível”.
O Vasco leu a frase, percebeu o que tinha acontecido e descobriu logo a solução para o problema.

O Vasco resolveu pegar numa folha de papel branco e embrulhar o lápis. Logo, logo o lápis ficou visível. Fantástico!
“Ufa! Estou salvo. O Vasco é um génio - pensou o lápis.”
O Vasco recolheu as moedas brilhantes e levou-as para o quarto. Não fosse os pais acordarem com a luz.
No dia seguinte o Vasco acordou e pensou:
“Será que sonhei ou o meu lápis foi passear?”
Olhou para a secretária e lá estava ele.
Pegou no lápis e na esferográfica e começou a ilustrar a sua história.


Nuno Santos e Rui Castro, EB123 de Gondifelos.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

O que é a mãe?


No dia 6 de Maio, foi o dia da mãe.
Na segunda-feira, o professor Pedro voltou a andar pelo nosso agrupamento a fazer perguntas a professores, funcionários e alunos.
Desta vez queria saber o que pensamos sobre a nossa mãe ou o que é ser mãe.
Oiçam:



Maria de Jesus, 50 anos | Margarida, 53 anos | Manuela, 36 anos | Pedro, 7 anos | Adriana, 7 anos | Aires, 8 anos | João, 8 anos | Rita, 7 anos | Alexandra, 7 anos | Luís, 8 anos | Cândida, 45 anos | Regina, 36 anos | Isabel, 49 anos | Hermínia, 52 anos | Paiva, 47 anos | David, 32 anos | Isabel, 43 anos | Vera, 9 anos | Sara, 9 anos | Alexandre, 10 anos | Rosa, 37 anos | Ana, 43 anos | Manuela, 47 anos | Antónia, 45 anos | João, 7 anos | Sara, 6 anos | Diogo, 6 anos | Jorge, 7 anos | Guilherme, 8 anos | Ana, 8 anos | Ana, 8 anos | Isabel, 26 anos | Filomena, 51 anos | Ana, 12 anos | Bruna, 11 anos | Andreína, 12 anos | Daniela, 7 anos | David, 8 anos | João, 8 anos | Inês, 9 anos