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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A bruxa Trabília

Era uma vez uma bruxa muito atrapalhada. Ela chamava-se Trabília.

A bruxa Trabília era má e atrapalhada. Tinha um rosto feio, com verrugas, um nariz empinado e o cabelo era curto e preto. As suas roupas eram escuras e rotas e o chapéu pontiagudo tinha uma aranha grande e preta na ponta.

Certo dia, a bruxa Trabília pegou nos seus instrumentos mágicos, na sua vassoura e no seu animal de estimação que era um gato preto, e foi passar umas férias num bosque escondido e escuro, afastado da vila onde vivia.

Como não tinha casa nesse bosque, a bruxa Trabília decidiu pegar no seu caldeirão e fazer um feitiço para criar uma casa que ela pudesse transportar de um lado para o outro.

Então, depois de ter consultado o seu livro antigo de feitiços, disse ao seu gato para ir ao lago e trazer um sapo verde e gordo. Depois, pegou na poção do chapéu fumegante, no sapo verde e gordo, num fio do seu cabelo e juntou tudo no caldeirão. No livro de feitiços dizia para se mexer a mistura com os pelos de vassoura.

Mas, como ela era muito atrapalhada, mexeu o caldeirão com o pau da vassoura e fez o feitiço de desaparecimento e desapareceu para sempre.


Texto de Tatiana Pereira, 4º ano EB1 de Cavalões

terça-feira, 10 de novembro de 2015

A bruxa misteriosa

Era uma vez uma bruxa misteriosa que se chamava Fredegunda.

Fredegunda era igual a tantas outras bruxas: tinha o cabelo como a palha, só tinha um dente e uma enorme verruga na ponta do nariz pontiagudo. Porém, era uma bruxa trapalhona mas muito simpática e misteriosa.

Vivia numa gruta com três animais de estimação: o gato Renato que gostava de um sapato, o rato que queria comer um pato e o sapo que adorava o Renato. Na sua gruta, ela guardava as suas vassouras, os seus livros de magia, a lareira e o caldeirão onde fazia magia em cima de uma grande mesa de ferro.

Ela tinha duas irmãs: a Ariana e a Fredagulha que eram iguaizinhas a si, só que os feitiços delas resultavam sempre mas os seus não. Todos os dias tentava mas em vão… falhava sempre.

Certo dia, quando a Fredegunda estava a vestir o seu chapéu que tinha um cinto dourado, o seu vestido roxo e os seus sapatos verdes de tacão, o gato Renato que gostava do sapato assustou-se com um fantasma que passou pela gruta, deu um salto e o seu rabo caiu mesmo em cima de um cato. Ouch! ai!
Fredegunda pensou que isto era um aviso de que algo mau iria acontecer e mais uma vez tentou fazer um feitiço, usando as palavras mágicas que lera no seu livro de feitiços: ABRACADONGE, que esta gruta voe para bem longe! Mas nada aconteceu…tudo ficou no mesmo lugar. Depois de muitaaaaaaaaaaas tentativas, quando já estava a desistir, o gato Renato que gostava de um sapato, o rato que queria comer um pato e o sapo que adorava o Renato deram as patinhas à Fredegunda e em coro gritaram: ABRACADONGE, que esta gruta voe para bem longe!

Brrr boom! A gruta levantou voo e, num instante, os quatro estavam a voar no céu azul, sem nuvens. Todos adoraram a viagem e nunca mais quiseram aterrar.

Desde esse dia, Fredegunda passou a chamar à sua gruta “A Gruta Voadora da bruxa Fredegunda” e nunca mais sentiu medo em fazer feitiços.

Texto escrito por Beatriz Aguiar, 4.º ano 34CAV


terça-feira, 20 de outubro de 2015

projeto "Poupa Energia Ganha o teu Futuro"

Os alunos do nosso agrupamento estão este ano envolvidos num projeto que une o nosso agrupamento com a empresa de distribuição de energia elétrica CEVE.

Neste projeto os alunos do primeiro ciclo (em especial os do 3º e 4º ano) e os alunos do segundo ciclo irão criar um livro infantil sobre a temática da poupança de energia.

Para ajudar, a artista plástica Joana Brito e o escritor Pedro Chagas têm andado pelas escolas a dar dicas de como escrever e representar as personagens e a história. Assim o trabalho é mais fácil e certamente fica melhor.

Vejam alguns momentos da passagem pela escola de Outiz da artista plástica e dos trabalhos que estão a ser desenvolvidos no "workshop" de expressões plásticas.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

o amor é...

--> Este é o poema que a turma 3GOND fez para o concurso de leitura expressiva  na biblioteca, no dia 10 de fevereiro.
Como já tem sido costume esta turma voltou a ter um vencedor neste concurso.

Vejam o que os meninos do 3º ano pensam sobre o amor:

O AMOR É…
Pouco a pouco juntar
Com esforço e dedicação
No quadro negro com giz,
Ou no caderno já com rasgão
As letras que formam…
Pai.
O amor é…
As lembranças sempre presentes
A voz que identificamos
No barulho da multidão.
Aquela a quem amamos
O nome que não esquecemos…
Mãe. 

O amor é...
Ajudar o companheiro
A melhorar a ortografia,
Dar-lhe um abraço apertado
Que entendeu a geometria,
Entender o seu silêncio…
Entre amigos.

O amor é…
Ajudar o colega
A ler com expressividade
Valorizar os seus progressos
Com muita, muita amizade
A tudo estar atento…
Como irmão.


O amor é…
Saber pedir e agradecer
Saber ouvir e responder
Saber falar e calar
Saber amar e perdoar
Saber rir e chorar.
Saber ABRAÇAR.


Profª Mª Lúcia Meira e alunos da turma 3ºano de Gondifelos

segunda-feira, 23 de março de 2015

dia do Pai


Os alunos do 3º ano de Gondifelos inspiraram-se para celebrar o Dia do Pai.
Vejamos os seus dotes poéticos e após isso o trabalho pronto.
Ao melhor pai do mundo
Tenho uma prenda para dar com paixão
Ofereço a lembrança
Com muito amor e dedicação
Dinis Machado



Ao meu querido paizinho
Meu grande, grande amigo!
Gosto muito de ti
Quero estar sempre contigo. 
Ao meu querido paizinho
Um segredo vou contar,
Fiz um lindo presentinho
Que a si vou entregar. 
Pedirei ao Bom Deus
Muitas vezes todo o dia:
-Proteger o meu paizinho
Para eu ter muita alegria.
Renato Ribeiro



Pai
Pai, amigo
Pai, amigo, protetor
Pai, amigo, protetor, carinhoso
Pai, amigo, protetor, carinhoso, amoroso
Pai, amigo, protetor, carinhoso, amoroso e bondoso.
Isabel Dias

sexta-feira, 6 de março de 2015

Uma nova amiga

         Uma vez eu estava no parque, a andar de baloiço quando uma menina veio ter comigo. Ela estava com um vestido cor-de-rosa, umas sapatilhas cor-de-rosa, ela tinha o cabelo castanho claro, uns olhos azuis brilhantes e era baixinha.
         - Olá, eu sou a Ana , e tu quem és?
         - Olá, eu sou a Cátia. Olha, queres ser minha amiga?
         - Está bem. Posso andar um bocadinho no baloiço?
         - Sim, claro.
         A Cátia deixou-a andar. Quando a Ana estava a ir para o baloiço, tropeçou numa caixa e eu perguntei.
         - Estás bem?
         - Sim, só caí aqui nesta caixa.
         - Espera ai posso ver o que tens aí dentro?
         - Sim, claro.
         Eu fui ver e lá dentro tinha uma chave. Eu disse:
         - Acho que sei onde esta chave encaixa.
         Ela disse:
         - Vamos lá ver o que esconde essa chave.
         Chegamos a minha casa e a chave encaixou numa fechadura do meu quarto.          Subimos as escadas e fomos ter ao meu sótão. Eu meti a chave na fechadura e abriu-se uma porta secreta!
         Havia um carrinho e nós saltamos lá para dentro, a porta fechou-se e nós as duas dissemos:
         - Ficamos presas, ficamos presas!
         Descemos e fomos ter a uma sala enorme que tinha uma biblioteca e muitas engenhocas.       Depois de limparmos aquele pó todo ainda demorarmos 6 meses a por aquilo mais bonito e começamos a passar lá o tempo depois das aulas e ao fim-de-semana.

Eduarda Afonso Silva Costa
3º Ano,  EB1 de Outiz

quarta-feira, 4 de março de 2015

O Consultor Informático

Os alunos estão a aprender as profissões e alguns pais têm passado pela escola para falar acerca das suas profissões. Há uns dias o pai da Alexandra visitou a escola de Outiz e explicou muito bem o que faz um consultor informático e até o que é a cadeia de abastecimento. Vejam o texto da Andreia sobre este dia:

Entrevista a um Consultor Informático
No dia 13 de Fevereiro de manhã veio o senhor Francisco Lopes. Ele tem 48 anos, nasceu na Alemanha, tem três filhos e vive em Cavalões.
Na sala 1 ele explicou qual era a sua profissão: consultor informático. Ele mostrou o computador com que ele trabalha e que ele chama o "bicho". Mostrou que a cadeia de abastecimento era o seu trabalho. Ele deu como exemplo o leite achocolatado. Eu aprendi o que era uma cadeia de abastecimento.
Eu achei complicado porque era muita coisa para a minha cabeça.


Andreia da Silva, 3º ano, EB1 de Outiz

domingo, 26 de outubro de 2014

Alimentação

Por altura do dia da Alimentação os alunos do 4º ano da escola de Outiz fizeram quadras sobre o dia da Alimentação.
Vejam as inspiradas quadras do Afonso e do Gonçalo:

O dia da alimentação
É para festejar.
Com frutos e legumes
Eu vou almoçar.

Neste dia especial
Com muita alegria.
Vamos cantarolar
A nossa melodia.

A marca deste dia
É a boa alimentação.
Vamos todos comer
Com muita satisfação.

Para ter os ossos fortes
É preciso bem comer
Lacticínios e fruta boa
Para os ossos fracos não ter.

Precisamos de comer,
Doces é claro que não!
Mas sim frutos e legumes
Laticínios ovos e pão.

Afonso, 4º ano
EB1 de Outiz

As comidas saudáveis
Estão na roda da alimentação,
Mas, todos os doces
São uma excepção.

Todos os doces
Fazem mal, infelizmente,
Pois só devem ser comidos
Mesmo muito raramente.

O dia da alimentação
É muito especial.
Comemos coisas saudáveis
E é fenomenal.

Na roda da alimentação
Há legumes, frutos e cereais,
Que para o nosso corpo,

São fundamentais.

Gonçalo, 4º ano
EB1 de Outiz

terça-feira, 21 de outubro de 2014

As vindimas

Os alunos do 3º e do 4º ano da escola de Gondifelos foram visitar uma quinta para ver como se faz uma vindima.
Depois, na sala de aulas os alunos do 4º ano fizeram belas quadras e textos sobre esta saída da escola onde tanto aprenderam.
Vejam alguns exemplos do trabalho feito.








Vejam também a reportagem do dia:


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Lengalenga com números

Os alunos do 2º ano da escola de Gondifelos (prof. Lúcia) inventaram, em conjunto, uma deliciosa lengalenga com números e que fala da sua (numerosa) turma. Vejam como ficou:



Mais tarde a Sara, sozinha, decidiu aventurar-se e inventar uma lengalenga com número e  sobre a sua família. Vejam como ficou:


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Lengalenga com nomes

Os alunos do 2º ano da escola de Gondifelos (prof. Lúcia) inventaram, em conjunto, uma deliciosa lengalenga com os nomes deles. Vejam como ficou:


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Poesia das estações

As estações do ano
São fáceis de aprender.
Basta estudar muito,
Estar atento e escrever.

Na primavera vem o sol,
Podemos tocar nas flores,
Acorda o girassol
E o jardim fica de todas as cores.

Na primavera vêm as flores, 
Atrás das nuvens vem o sol.
Aparecem os amores,
Ouve-se o rouxinol.

O verão traz o calor,
Com muita gente na praia.
Toda a gente tem suor
Do biquíni até à saia.

O verão traz as férias.
Que alegria para as crianças!
Deixam as aulas sérias,
Passam os dias nas danças.

No outono as árvores ficam carecas, 
O vento faz as folhas voar.
Leva as folhas secas
Para os meninos apagar.

É a época das vindimas
Para fazer o vinho.
O moleiro desce ao rio,
Leva o trigo ao moinho.

O inverno é frio,
Vestimos roupa quente.
Fazemos bonecos de neve.
Chega o Natal, finalmente!

Durante a noite a neve cai,
É divertido brincar com ela.
Abraço o meu pai
E fico a olhar pela janela.

É divertido e diferente
Fazer rimas das estações.
Aprendemos muito e tudo
Guardamos nos nossos corações.

Alunos do 2º ano da EB1 de Outiz
12 de Abril de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

as férias de Natal

A Mariana, da escola de Outiz, contou-nos como foram as suas férias de Natal. Vejam:


                                                     O meu Natal e ano novo
No dia 24 foi dia de consoada e o dia 25 foi dia de Natal.
Passei na minha casa o Natal e o ano novo foi na casa das minhas primas.
No dia de consoada comemos bacalhau e à sobremesa comemos pão-de-ló, aletria, etc.
O meu pinheiro tinha muitas luzinhas e muitos enfeites. O meu presépio só tinha três bonecos: a Maria, o José e o menino Jesus.
O meu irmão foi buscar uns foguetes que já tinha há muitos anos e foi lá para fora e pôs os foguetes a estourar.
Eu tive uma Wii e um comando para ela por prenda do Pai Natal.
A noite de Natal e ano novo é para estar em família.
O ano novo foi passado em casa das minhas primas.
As minhas primas também têm uma Wii e jogamos muito o jogo Just Dance e divertimo-nos imenso.
 Na passagem de ano comemos bacalhau e no ano novo leitão.
Tive muitos trabalhos de casa e só os acabei no último dia á noite.
Eu desejo saúde a toda a gente.
                                                             Feliz 2012

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O outono em Gondifelos

O Outono e o S. Martinho têm inspirado os meninos do 3º e 4º ano da EB123 de Gondifelos. Vejam os seus trabalhos e reparem na caligrafia e nos desenhos que eles colocam nos seus trabalhos.
eles estão, verdadeiramente, de parabéns!


sábado, 5 de novembro de 2011

Poesia de Outono


O S. Martinho está a chegar, os castanheiros despedem-se das suas folhas e os ouriços oferecem-nos a suas castanhas...

Foi neste espírito que a turma do 3º ano da escola de Gondifelos elaborou esta pequena poesia e a recitou para os seus colegas do 1º ciclo da escola sede.

Vejam a poesia num cadernos dos alunos:

Ouçam a a turma a declamar:

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Outono é...

Os alunos do 3º ano da escola de Gondifelos, têm andado a explorar a diversidade do mundo da escrita (acrósticos, quadras, pequenos textos).
Este trabalho inclui  uma abordagem à estação do outono através dos olhos de cada aluno.

Cliquem no botão de início e deliciem-se.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Acróstico do 2º 2

Dentro do âmbito do Dia Mundial da alimentação, a turma do 2º ano/2 realizou em conjunto um trabalho alusivo ao dia, evidenciando nele as suas aprendizagens realizadas nesse dia.

Todos participaram com as suas ideias ou palavras mais sugestivas ou apropriadas, sendo um trabalho de grupo muito animado!



Os alunos anseiam pelos comentários ao seu trabalho, assim como às quadras enviadas anteriormente.
Bom trabalho para todos! Beijos e abracinhos...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Visita de estudo à quinta da Fiança

O senhor Amândio de Carvalho a explicar a história da quinta aos alunos de Gondifelos
No dia 23 de Setembro de 2011, fomos visitar a Quinta da Fiança, em Gondifelos.
Todos os alunos do 1º ciclo caminharam pela estrada, em segurança, até lá, com a ajuda dos seus professores e funcionárias.
O senhor Filipe, que é o capataz, recebeu-nos muito bem e deu-nos uvas americanas, docinhas.
Mais tarde, chegou de carro o senhor Amândio de Carvalho, que é o proprietário de quinta.
Este senhor guiou-nos na visita e mostrou-nos a capela de Nossa Senhora da Conceição, o brasão da família que ali viveu, a piscina enorme, as cozinhas (a nova e a tradicional), as salas e os salões, os quartos com as suas belas casas de banho. Nós vimos ainda os fornos de cozer o pão, o fumeiro, a lareira, o varandão, o poço, o olival e o milheiral.
As crianças observaram ainda a eira, os jardins cheios de rosas coloridas, cheirosas e belas.
Nas janelas dos quartos e das salas havia namoradeiras, que são bancos em pedra. No jardim existia uma linda fonte e um bonito chafariz, à entrada.
Nós adorámos esta manhã porque ficamos a conhecer mais um bocadinho do nosso património cultural.
Gondifelos, 23 de Setembro de 2011
Os alunos do 2º ano/ turma 2

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

texto criativo

O esqueleto traquina e o cão Pintas

Quando o esqueleto viu o Pintas, sorriu com todos os dentes à mostra. O cão é que não achou graça nenhuma e …

…começou a ladrar, mas o esqueleto não teve medo e continuou a sorrir. O Pintas olhou durante um minuto, muito sério, mas o esqueleto continuou a sorrir; até lhe deu uma gargalhada: ah, ah, ah…

O cão não gostou e saltou tão alto para cima do esqueleto, e foi com tanta força, que ele ficou com as costelas todas espalhadas e com elas cerca de 200 ossinhos.

Um dos ossos bateu na cabeça de um menino que se chamava Bruno. Os amigos dele foram ao recreio e viram o Pintas com a cabeça do esqueleto e com marcas vermelhas de ossos que bateram nele. Os amigos e o Bruno chamaram as meninas, mas um osso estava a ir na direcção do lago da praça…

Todos foram a correr; o Bruno, o Rafa, o Zé e a Adriana eram os que corriam mais. Antes dos ossos caírem no lago, a Adriana apanhou-os e atirou-os para o Cris, mas caiu e como o lago era fundo, ela ia-se afogar, mas os rapazes saltaram e foram ajudá-la. Ficaram todos encharcados.

O Rafael e o Bruno foram os últimos a sair da água, mas havia mais 23 ossos a voar e caíram no lago. Os dois rapazes viram e foram buscá-los.

O Pintas encontrou mais 50 ossos e guardou-os na casota; o Bruno contou-os e já eram 74. As costelas foram parar às árvores do jardim, assim como outros ossos e passaram a ser 120.Depois de 1 hora, já tinham 205 ossos; só faltava o estribo que era o mais pequenino. Procuraram e procuraram mas não o encontraram. Quando tal, o Zé anunciou que o Pintas o tinha engolido.

Todos puseram o cão de pernas para o ar durante cinco minutos. Depois, lá saiu o estribo e os ossos do esqueleto já estavam todos. Só restava montar o esqueleto novamente; para isso, precisaram da ajuda de sete adultos, para colocar tudo no sítio devido. De seguida, colocaram o esqueleto no seu local habitual que era a sala de aula da escola.

Os amigos foram descansar depois desta aventura de apanhar os ossos de um esqueleto traquina.

O autor: Rafael Silva 4ºano/2

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

ORELHAS DE BORBOLETA

Era uma vez um menino que se chamava Alfredo.
Um dia, ele ia para a escola e os colegas dele começaram-lhe a chamar nomes feios.
_ O Alfredo é baixo, gordo e feio!
_ Não, não, - respondia ele muito envergonhado.
Quando chegou a casa, foi logo ter com o pai e perguntou-lhe se era mesmo assim como os colegas diziam. O pai lá o aconselhou e no dia seguinte, o menino encarou os colegas com valentia.
_ O Alfredo tem sapatos rotos…
_ Não, não, os meus dedos é que são curiosos! – dizia ele.
_ O Alfredo tem pés a cheirar a chulé!
_ Não, não, só tenho pés a cheirar à natureza.
_ O Alfredo é olheiro! O Alfredo é olheiro!
_ Não, eu tenho, é olhos vistosos e alegres que gostam de ver tudo.
_ O Alfredo é muito gordo! O Alfredo é muito gordo!
_ Não, tudo isto é muito músculo e exercício físico e os meus órgãos precisam de muito espaço.
_ O Alfredo é caixa de óculos!
_ Não, não, são apenas olhos que gostam de espreitar pelas janelas.
_ Tens uma cabeça grande…
_ Não! Tenho, é um cérebro pensador...
_ Andas sempre com o pingo no nariz!
_ Não, não, eu apenas colecciono ranho na minha camisola…
_ O estômago do Alfredo faz rom-rom… Ou vais dizer que ele tem fome?
_ Não, não, ele apenas quer comer! Querem vir comigo almoçar a casa?
E todos lá foram com o Alfredo e nunca mais se meteram com ele por causa das suas diferenças, pois perceberam que é errado discriminar seja quem for.
Quando na escola o Alfredo pensava que os colegas lhe iam chamar nomes, eles apenas lhe diziam cheios de orgulho:
_ O Alfredo é muito inteligente! O Alfredo é muito inteligente! Nós somos amigos dele. Nós somos amigos dele.
FIM

Plano Nacional de Leitura
Obra lida: «Orelhas de borboleta»
Alunos do 4ºano/2